05/05/2010 - Mais do que um direito, Propriedade Intelectual pode ser um ativo valioso

Se uma marca registrada, como o Google, pode valer mais de US$ 100 bilhões e um remédio patenteado, como o Lípitor, pode render mais de US$ 12 bilhões por ano, nada mais natural que a propriedade intelectual passe a ser mais do que um direito, tornando-se um ativo valioso, com diversas implicações econômicas.

Este é o principal aspecto a ser analisado no "Seminário Internacional Propriedade Intelectual, Estratégia Industrial, Desenvolvimento Econômico", a ser realizado entre os dias 11 e 12 de maio, no Rio de Janeiro. Entre os palestrantes, haverá representantes de instuições públicas e privadas, no Brasil e do exterior.

Com o foco nos países em desenvolvimento, o principal objetivo do evento é reunir economistas para discutir como a propriedade intelectual pode impulsionar as economias nacionais, contribuindo para gerar inovação, crescimento e riqueza.

Para participar dos debates, devem estar presentes o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, o secretário executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, Luiz Antônio Elias e o presidente do INPI, Jorge Ávila.

Entre os especialistas de entidades estrangeiras, podem ser citados o vice-presidente da Rede de Redução de Pobreza e Gestão Econômica do Banco Mundial, Mark Dutz, o economista-chefe da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), Carsten Fink; e a vice-diretora do Escritório de Cooperação para o Desenvolvimento da América Latina e Caribe da OMPI, Beatriz Amorim-Borher.

Fonte: inpi

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